marketing 2026

O que os primeiros 30 dias de 2026 já ensinaram sobre marketing

Este texto nasceu de dezenas de leituras, matérias especializadas, posts, análises de mercado e sinais espalhados pelo começo de 2026. Muito conteúdo consumido para que você não precise fazer o mesmo garimpo sobre marketing em 2026.

Planejamento de Marketing para 2026

Depois de cruzar tudo isso, surgiram alguns aprendizados que ficaram impossíveis de ignorar para quem acompanha tendências de marketing, mídia e tecnologia.

O mercado começou 2026 atento

Um dos sinais mais consistentes nas publicações do período é a mudança no foco das lideranças de marketing. Em vez de discursos centrados em inovação acelerada, muitas análises destacam eficiência operacional, controle de investimento e capacidade de provar resultado.

A pressão por justificar decisões e evitar desperdícios aparece como prioridade, especialmente após um ciclo de aumento de custos e maior cobrança por resultados sustentáveis em marketing.

No varejo, textos sobre a ressaca pós-festas mostram marcas revisando estratégias logo em janeiro, ajustando campanhas e priorizando ações com retorno mais previsível.

A inteligência artificial já faz parte da rotina do marketing

Especialistas estão comparando o mercado de IA com bolhas históricas, como a das tulipas no século XVII ou a da internet no início dos anos 2000. 

O alerta gira em torno da supervalorização de empresas e expectativas elevadas, com menções diretas a organizações como OpenAI e Nvidia.

No campo do marketing, isso se reflete em relatos de marcas que adotaram IA para acelerar produção de conteúdo, mídia e atendimento, mas perceberam perda de diferenciação e queda de engajamento em pouco tempo.

O aprendizado que emerge desses relatos é claro: a IA está integrada à rotina, mas seu valor depende diretamente de critério, contexto e estratégia.

 

As métricas de marketing estão sendo questionadas como nunca

Outro tema recorrente nos primeiros dias de 2026 é a revisão das métricas usadas para avaliar performance. Diversas análises apontam a limitação de indicadores tradicionais quando analisados de forma isolada.

Relatórios destacam a crescente importância de conceitos como incrementalidade e atenção real, especialmente em um cenário de múltiplos canais e alta saturação de mídia. Há exemplos de marcas que apresentaram bons números de curto prazo, mas dificuldade em explicar crescimento efetivo ou impacto sustentável no negócio.

Instituições do setor, como IAB e Media Rating Council, aparecem em discussões sobre a necessidade de padronizar e qualificar a mensuração de atenção, sinalizando um movimento mais amplo de amadurecimento das métricas.

A atenção virou um problema central no marketing digital

O volume de conteúdo aumentou, os formatos se repetem e a paciência do público está cada vez menor. 

Um exemplo concreto é o movimento de empresas tradicionais de mídia entrando no território dos vídeos curtos e do scroll infinito. A Globo, por exemplo, passou a investir em um aplicativo próprio de vídeos verticais, inclusive adaptando conteúdos como novelas para esse formato.

Esse tipo de iniciativa indica que a competição não é mais apenas por audiência, mas por tempo de permanência e envolvimento contínuo. 

Ao mesmo tempo, análises mostram marcas enfrentando queda de engajamento mesmo com aumento de frequência e investimento, reforçando a dificuldade de capturar atenção em ambientes saturados.

A influência passou por ajustes estratégicos

As matérias sobre influência em 2026 mostram mudanças claras na forma como marcas escolhem criadores. O foco começa a se deslocar do alcance amplo para critérios como relevância, credibilidade e aderência ao contexto da marca.

Relatos indicam maior interesse por perfis menores, com comunidades mais engajadas, em vez de grandes nomes genéricos. Esse movimento aparece associado à busca por confiança em um cenário onde o público reconhece com facilidade ações publicitárias pouco alinhadas.

O que essas primeiras impressões ajudam a entender

Os primeiros 30 dias de 2026 mostram um marketing cauteloso, analítico e orientado à comprovação. IA, métricas, influência e atenção seguem centrais, mas são tratadas com menos deslumbramento.

Observar esses fatos agora ajuda empresas e profissionais a ajustar decisões antes que os custos de correção se tornem maiores.

Marketing em 2026 exige método, não promessas

Se os primeiros 30 dias de 2026 já deixaram algo claro, é que o marketing deixou definitivamente a fase do entusiasmo vazio. O cenário atual exige decisões mais racionais, estratégias conectadas a métricas confiáveis e um uso de tecnologia que faça sentido para o negócio, não apenas para o discurso.

Marketing em 2026 não é sobre fazer mais, mas sobre fazer melhor. Não é sobre adotar toda nova ferramenta de inteligência artificial, mas sobre entender onde ela realmente gera impacto. Não é sobre acumular números bonitos em relatórios, e sim sobre construir crescimento comprovável, sustentável e alinhado aos objetivos da empresa.

Nesse contexto, agências que operam sem método, sem leitura de dados e sem compromisso com resultado real tendem a perder espaço. O mercado já mostrou, logo no início do ano, que improviso custa caro.

É exatamente aqui que entra a Resultado Global. Com uma atuação baseada em marketing orientado a resultados, a agência trabalha a partir de estratégia, dados, atenção real do público e métricas que fazem sentido para o negócio não apenas para a vaidade. Em um ambiente onde a atenção é escassa, os investimentos são mais cobrados e a IA precisa ser usada com critério, ter um parceiro estratégico deixa de ser diferencial e passa a ser necessidade.

Os sinais de 2026 estão dados. Quem interpretar agora, ajusta antes. Quem ignora, corrige depois, geralmente pagando mais caro.

O marketing mudou. A pergunta é: sua estratégia já mudou também?
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